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Saúde

Sespa alerta sobre risco das arboviroses no inverno amazônico

Aristides Diaspor Aristides Dias11 de dezembro de 2025Nenhum comentário5 minutos de leitura
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É importante que a população mantenha a vigilância para evitar possíveis criadouros de mosquitos

Por Roberta Vilanova (SESPA)
Foto: internet.

A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) alerta que, com a chegada do período chuvoso, aumenta o risco de casos de arboviroses, tais como a dengue, chikungunya e zika, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti, cujos ovos, depositados nas paredes dos recipientes, eclodem ao primeiro contato com a água acumulada pela chuva.

De acordo com o Informe Epidemiológico de Arboviroses N°11, divulgado na última terça-feira (09), o Pará registrou uma queda de 20% nos casos de dengue de janeiro a 30 de novembro de 2025 em relação ao mesmo período de 2024. São 14.198 casos confirmados este ano contra 17.858 no mesmo período do ano passado.

Apesar dessa redução, é primordial que a população mantenha as medidas de prevenção contra o mosquito Aedes aegypti, principalmente agora com o início do inverno amazônico. “Com a intensificação das chuvas, chamamos a atenção para a importância de as famílias manterem vigilância sobre seus quintais, jardins, interiores e arredores da sua casa, para evitar a proliferação do mosquito que também transmite a chikungunya, a febre de zika, mayaro e febre amarela”, disse a coordenadora estadual de Arboviroses, Aline Carneiro.

Em relação aos sorotipos circulantes, o que é feito por amostragem, foram identificados 264 casos de dengue tipo 1; 1.814 casos de dengue tipo 2; e 02 casos de dengue tipo 3. “A variação de vírus circulantes representa risco à população porque uma pessoa que pegou dengue 1, por exemplo, só fica imunizada contra esse tipo, e se contrair a doença por outro tipo, pode desenvolver dengue de forma mais grave”, alertou Aline Carneiro.

No que tange à chikungunya, também houve redução de casos. De janeiro a 30 de novembro deste ano, foram 358 casos confirmados contra 375 casos em 2024.

De janeiro a novembro de 2025, foram confirmados 21 casos de zika, 76 de mayaro, 12 de oropouche e 43 de febre amarela, lembrando que a febre amarela é uma doença que pode ser evitada com vacina, que está disponível nas Unidades Básicas de Saúde.

Quanto à dengue, a partir de janeiro, uma nova vacina ficará disponível primeiramente para profissionais de saúde da Rede Básica e, logo depois, para a população de 59 anos de idade.

Análise de risco – Conforme Aline Carneiro, para assegurar maior o controle das arboviroses no Pará, a Sespa orienta as secretarias municipais de Saúde a fazerem o Levantamento Rápido Aedes aegypti (LIRAa), que é uma metodologia que permite o conhecimento de forma rápida, por amostragem, da quantidade de imóveis com a presença de recipientes com larvas de Aedes aegypti.

“Aqui no Pará, é preconizada a realização de seis ciclos de LIRAa anuais, para obter as informações sobre a infestação do vetor de forma direcionada, oportunizando o alinhamento das ações após cada ciclo do levantamento, durante os ciclos de cobertura domiciliar, contemplando tratamento e eliminação de focos de forma ampla”, detalhou a coordenadora estadual.

Até 30 de novembro, 133 municípios paraenses tinham realizado o 5º LIRAa. Desse total, 74 apresentaram Índice de Infestação Predial (IPP) abaixo de 1%, o que é considerado satisfatório; 50 deles entre 1% e 3,9% (alerta) e nove  municípios apresentaram IPP acima de 3,9%, o que representa risco de adoecimento para a população local.

Os principais criadouros de mosquito identificados no Pará durante a realização do 5º LIRAa foram: caixa d’água elevada, caixa d’água (nível de solo), depósitos móveis, depósitos fixos, pneus e outros materiais rodantes, lixo domiciliar e depósitos naturais.

Segundo Aline Carneiro, a Sespa também trabalha apoiando e assessorando os 144 municípios, tendo como base os Planos de Contingência Municipais, que respaldam as ações de vigilância epidemiológica, controle vetorial e assistência.

Sinais e sintomas – As manifestações clínicas da dengue, chikungunya e zika são muito parecidas, por isso é importante prestar atenção: os principais sintomas da dengue são febre alta e de início imediato sempre presente, dores moderadas nas articulações, manchas vermelhas na pele e coceira leve.

A chikungunya se manifesta com febre alta de início imediato, dores intensas nas articulações, manchas vermelhas nas primeiras 48 horas, coceira leve e vermelhidão nos olhos.

Já a zika apresenta febre baixa, dores leves nas articulações, manchas vermelhas nas primeiras 24 horas, coceira de leve à intensa e vermelhidão nos olhos.

Pessoas com esses sinais e sintomas devem procurar imediatamente uma unidade de saúde e evitar a automedicação.

As Secretarias Municipais de Saúde precisam notificar à Coordenação Estadual de Arboviroses até 24 horas os casos graves e óbitos por dengue, chikungunya e zika.

  • Medidas preventivas – Para evitar a proliferação de mosquitos, a população deve manter os seguintes cuidados no seu domicílio:
  •         Manter a caixa d’água, tonéis e barris de água bem fechados;
  •         Colocar o lixo em sacos plásticos e manter a lixeira fechada;
  •         Não deixar água acumulada sobre a laje;
  •         Manter garrafas com boca virada para baixo;
  •         Acondicionar pneus em locais cobertos;
  •         Proteger ralos sem tampa com telas finas;
  •         Manter as fossas vedadas;
  •         Encher pratinhos de vasos de plantas com areia até a borda e lavá-los uma vez por semana.
  •         Eliminar tudo que possa servir de criadouro para o mosquito como casca de ovo, tampinha de refrigerante entre outros.

Serviço: para solicitar orientações e denunciar existência de possíveis criadouros de mosquito, a população deve procurar a Secretaria Municipal de Saúde do seu município.

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