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Home » Diretoria da Festa de Nazaré avalia corte prematuro da corda no Círio 2024
Círio 2024

Diretoria da Festa de Nazaré avalia corte prematuro da corda no Círio 2024

Aristides Diaspor Aristides Dias14 de outubro de 2024Nenhum comentário2 minutos de leitura
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Segundo o coordenador da Festa, não há indicativos de medidas mais rígidas para evitar o corte antecipado no próximo ano

Gabriel da Mota

Uma das preocupações recorrentes da Diretoria da Festa de Nazaré (DFN) é o corte prematuro da corda, uma prática que, segundo o coordenador do Círio 2024, Antonio Salame, compromete a segurança dos romeiros e a simbologia do ato. “A gente sabe que essa ação do corte da corda, principalmente prematura, põe em risco as pessoas que estão do lado. Eles [promesseiros] cortam em um momento em que a romaria poderia avançar tranquilamente”, lamentou na manhã desta segunda-feira (14/10) durante um balanço das sete primeiras romarias. Em 2024, tanto a corda da Trasladação quanto a da grande romaria foram cortadas antes do final de cada procissão.

Salame destacou que a DFN e a Guarda de Nazaré realizam campanhas de conscientização pelo não corte, mas a persistência do problema pode ser atribuída à falta de compreensão do significado espiritual do ato. “Essa ação de cortar a corda é de pessoas que ainda não sentiram o poder de Deus, o seu amor forte por todos nós e a intercessão de Nossa Senhora”, afirmou. O coordenador reforça que, apesar de algumas sugestões de mudanças mais radicais, como inserir um núcleo de aço na corda para evitar os cortes, a proposta da organização é continuar com a corda como está, confiando na conscientização dos fiéis.

“A corda é uma expressão física de estar atrelada a Nossa Senhora. Na verdade, ela é desnecessária, mas pedimos que as pessoas revejam a sua forma de proceder”, destacou.

Para o coordenador, a maior expressão do evento é o amor fraterno entre os romeiros. Ele pede que os participantes colaborem para que a paz e o espírito de união prevaleçam em todas as procissões. “O mais bonito seria tentar aguentar o máximo possível e só quando o esgotamento físico realmente acontecesse é que a gente cortasse a corda. Isso tem que imperar em todas as procissões”, concluiu.

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