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Home » DA MINHA YASHICA: OS BAILES DAS DEBUTANTES
Crônica

DA MINHA YASHICA: OS BAILES DAS DEBUTANTES

Aristides Diaspor Aristides Dias27 de abril de 2024Nenhum comentário3 minutos de leitura
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DA MINHA YASHICA: OS BAILES DAS DEBUTANTES

Aristides Dias

O resgate dessas imagens que estou fazendo é para lembrar de um tempo vivido na Óbidos de outrora. É verdade que os tempos mudaram e cada um segue o seu, mas não custa nada lembrar de um tempo bom vivido por várias gerações. Não diria que é algo do “já teve”, o tempo passou mesmo e o mundo muda de lugar, isso faz parte.

Esse registro é dos tempos em que no final de semana após o círio de Sant’Ana acontecia o badalado Baile das Debutantes, em Óbidos. As jovens que estavam completando 15 anos finalmente adentrariam para o mundo adulto e a partir de então, poderiam frequentar a night Pauxiara.

Assim que se aproximava o grande dia, a expectativa aumentava e a cidade toda girava em torno desse baile. Minha mãe fazia no mínimo uns três a quatro vestidos para esse dia, o que dava muito trabalho a ela. Nem pensar um vestido de modelo parecido.

Tinha ano que era a orquestra de Santarém que tocava no debute das belas meninas-mulheres, cada uma caprichava ao máximo para chegar arrasando na Assembleia Recreativa Pauxis – ARP. Fico imaginando se fosse nos dias de hoje, como ficaria as redes sociais antes e depois do baile.

O baile era organizado pelo Rotary e tinha todo um cerimonial a seguir, a senhora Valdeci Jordão era a responsável pela apresentação das meninas que, primeiro dava a volta no salão com seus pais, depois dançavam a tradicional valsa com os pais e depois com o príncipe. Também tinha a foto em torno do bolo e ou palco (como a imagem).

O traje era social, as mulheres de longo ou um vestido social, bem elegante, cada um mais bonito que o outro e os homens de paletó. Lembro que da primeira vez que participei do baile, estava na minha primeira férias de julho, depois de sete anos sem ir na minha cidade, como não tinha levado paletó e não queria perder o baile, me arrumaram um maior que eu que cobria toda a minha mão. Um amigo chegou comigo e disse: “o defunto era grande hein!”, caí na risada, o importante era estar participando desse baile que movimentava toda a cidade.

Tinha também a turma do “sereno” que ficava na entrada da ARP para conferir o vestido das meninas e fazer seus comentários depois.

Hoje, esses acontecimentos existem nas lembranças de cada um que viveu esses momentos e, claro, nos registros da minha Yashica.

Aristides Dias é membro fundador da Academia Artística e Literária de Óbidos – AALO, jornalista, escritor, Membro da Academia Maçônica de Letras do Pará – AMALEP, membro da Academia de Imprensa de Belém.

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