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Crônica

Um paredão chamado Sérgio Santos

Aristides Diaspor Aristides Dias1 de maio de 2024Nenhum comentário2 minutos de leitura
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Um paredão chamado Sérgio Santos

Aristides Dias

Sérgio Santos recebendo a faixa de campeão pelo Mariano no ano de 1958.

 “Eu, na companhia do meu pai, assisti a partida, Seleção de Óbidos X Paysandu. Óbidos chegou a estar ganhando o jogo, que terminou 4×4. O Sérgio, maior goleiro que eu vi jogar, fez defesas milagrosas”, esse é um depoimento do escritor Ademar Amaral.

Quem viu Sérgio Santos jogar, contraria Nelson Rodrigues e forma uma unanimidade de quem entende de futebol. Nos dias de hoje seria o famoso “Paredão˜, que não deixava a bola entrar com facilidade em sua trave. Aquele de defesas impossíveis.

Sérgio chegou em Óbidos no ano de 1957/58, vindo de Belém onde chegou a treinar no juvenil do Paysandu. O goleiraço foi vestir a camisa número 1 do Mariano Futebol Clube, o Leão obidense, e logo no seu primeiro campeonato se tornou campeão. Depois, foram vários títulos conquistados.

Sérgio Santos jogou 12 anos no Leão Azul, conquistou vários títulos e deu muito trabalho para os atacantes, sempre com defesas fantásticas. Por ironia do destino, chegou um tempo em que ele não quis mais fazer milagres embaixo das traves e foi jogar de atacante.

Sérgio Paranatinga dos Santos, foi casado com a senhora Deusarina Maria da Silva Santos e teve cinco filhos, três homens e duas mulheres, os homens não escolheram o futebol pra brilhar.

Depois de encerrar sua carreira jogando no futebol principal da cidade de Óbidos, foi jogar o “Peladão” que na época chegou a ser tão concorrido quanto o campeonato principal. No “Peladão” ele voltou as suas origens de defensor e defendeu as cores do badalado Paturi, comandado pelo Dr. Felinto Marinho. Lá também ele foi campeão, claro.

Sérgio Santos partiu desse plano terreno em 23 de maio de 2016, deixando uma história muito rica no futebol Pauxis, como um dos maiores goleiros que o futebol obidense já teve. Pena que praticamente não existe registros de vídeos mostrando sua elasticidade na hora de agarrar. Se existisse, com certeza seria mostrado para todos que pretendessem jogar nessa posição, para aprenderem o que se faz um goleiro de verdade.

Valeu Sérgio Santos! O futebol de Óbidos é só gratidão!

Sérgio Santos recebendo a faixa de campeão de sua filha Leila, dessa vez pelo Paturi.

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