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Home » Adepará apreende 2 mil litros de polpa de açaí sem procedência em Óbidos
Açaí

Adepará apreende 2 mil litros de polpa de açaí sem procedência em Óbidos

Aristides Diaspor Aristides Dias24 de março de 2026Nenhum comentário2 minutos de leitura
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Ação de fiscalização na Base Candiru, em Óbidos, reforça controle sanitário e rastreabilidade do produto no Estado

Por Tatiane Freitas (ADEPARÁ)

A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) apreendeu cerca de 2 mil litros de polpa de açaí sem identificação durante fiscalização realizada na Base Fluvial Integrada Candiru, no estreito de Óbidos, na Região de Integração do Baixo Amazonas.

Durante a abordagem, os fiscais identificaram aproximadamente mil sacas de açaí em caroço e dois mil litros do produto em polpa no interior de duas embarcações provenientes do município de Codajás, no Amazonas. Após inspeção realizada por agente fiscal agropecuário, o fruto em caroço foi liberado mediante apresentação de nota fiscal, com orientação para que os responsáveis procurem a Adepará a fim de cadastrar a Unidade Produtiva de Origem.

Já a polpa foi apreendida por não apresentar selo de identificação, documentação fiscal ou registro de inspeção, itens obrigatórios para garantir a procedência e a segurança do alimento.

Rastreabilidade e controle sanitário

Para o transporte de produtos vegetais dentro do Pará, é obrigatória a emissão da Guia de Trânsito Vegetal (GTV), documento expedido pela Adepará que assegura a origem, a sanidade e a conformidade regulatória da carga.

A diretora de Defesa e Inspeção Vegetal da Adepará, Lucionila Pimentel, destacou a importância do controle e da rastreabilidade para a segurança sanitária. “O trânsito de açaí dentro do Pará só ocorre com o rastreamento por meio da GTV. Quem traz o produto de fora do Estado deve procurar a Adepará para cadastrar a origem, permitindo o monitoramento da carga e a manutenção da segurança sanitária”, afirmou.

Segurança alimentar

Além da rastreabilidade, o selo de identificação garante que o produto passou por boas práticas de fabricação, incluindo o processo de branqueamento, essencial para eliminar riscos de contaminação pelo protozoário Trypanosoma cruzi, causador da Doença de Chagas.

Lucionila Pimentel também ressaltou a importância da atuação integrada na fiscalização. “Agradecemos à equipe da Base Candiru pela ação e pelo descarte do produto não identificado. Em períodos de maior risco de contaminação, todo cuidado é fundamental, e a Adepará mantém vigilância ativa na fiscalização e orientação para regularização”, acrescentou.

Texto: Giovanna Athayde (estagiária), com supervisão de Tatiane Freitas

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