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Crônica

BABA DE SAPO

Aristides Diaspor Aristides Dias6 de junho de 2024Nenhum comentário2 minutos de leitura
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BABA DE SAPO

 

Aristides Dias

Essa palavra vale ouro para muitos obidenses. Quando se fala nela, logo vem uma água na boca, sinal de desejo. Que nem a música: “é de dar água na boca, quando eu olho pra você…”. Longe da cidade das ladeiras, muita gente não a conhece por esse nome, mas de onde vem esse nome?

Certamente é uma comparação com a baba do sapo mesmo, aquela coisa viscosa, branca, esponjosa, produzida pela sua glândula parótida que serve para a defesa de seus predadores.

Na região amazônica, mais precisamente no baixo-amazonas, os moradores apreciam muito essa iguaria feita de cupuaçu (Theobroma grandiflorum) uma árvore da floresta tropical relacionada ao cacau.Nativo e comum em toda a amazônica. É cultivado naturalmente nas selvas do norte do Brasil, com maior produção no Pará, Amazonas e Amapá, Colômbia, e também na Bolívia e Peru.] A polpa do fruto do cupuaçu é consumida em toda a América Central e América do Sul, principalmente nos estados do norte do Brasil, e é utilizada para fazer sorvetes, sucos,  salgadinhos, e outros produtos como a Baba de Sapo.

Lembro que, quando criança ficava esperando minha mãe terminar de bater a Baba de Sapo, pra eu raspar a vasilha com o dedo, não sobrava nada. Essa delícia muito apreciada pelos Pauxiaras é feita de: cupuaçu, açúcar e clara de ovo, o resto é apurar pra ficar no ponto.

Dando uma olhada na internet pude observar que em outras regiões se usa o termo Baba de Sapo ou espuma de sapo que é bem diferente da nossa, pois utilizam gelatina, creme de leite e o leite condensado.

Recentemente, no encerramento da peregrinação de Sant’Ana em Belém, fizeram um leilão de alguns potes de baba de sapo e a disputa foi grande para adquirir a iguaria, que teve a assinatura da Neuza Azevedo.

Mesmo depois do leilão tinha gente querendo a Baba de Sapo, visto que não foi possível arrematar. Essa “Baba” uns comem com farinha, outros sem. Não importa a forma de comer, o importante é degustar esse “manjar dos deuses” que é um privilégio dos amazônidas.

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