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Crônica

CACHINGA, A LENDA VIVA!

Aristides Diaspor Aristides Dias19 de abril de 2024Nenhum comentário3 minutos de leitura
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CACHINGA, A LENDA VIVA!

Aristides Dias

 

Depois de Pacú e Merunga, não poderia ser outro o personagem dessa crônica, essa lenda viva que se chama Ronaldo Simões Pantoja, carinhosamente chamado de Cachinga, e para alguns, Cachinguelê.

Como ainda goza de muita saúde, tive que pesquisar um pouco mais sobre ele. Para os que viram jogar, ele é quase que unanimidade como o grande craque do futebol Pauxiara. Jogador de dribles desconcertantes, chutes fortes e gols de uma plasticidade sem igual que encantou a todos que  viram seu futebol. Ronaldo começou a jogar no Paraense quando ainda estudava no Grupo Escolar, onde hoje é a residência do Bispo.

Quem o convidou para jogar no Papão obidense foi o Dr. Jofre Cohen, que simpatizava com o time formado por sua maioria de estivadores. Mas como o Paraense era um time da periferia, não disputava o campeonato da cidade. Depois que Cachinga chegou no clube, as coisas mudaram e para melhor, foi então que pediram para participar do campeonato obidense de futebol.

Quando entrou no Paraense logo ganhou a alcunha de “Cachinga” e, no primeiro ano que competiram se tornaram os campeões do campeonato de futebol de Óbidos, numa final com o Gurjão, time de militares que existiu em Óbidos, isso nos anos 50. Daí já dava para perceber o talento de Ronaldo, que era um meia direita armador, mas chutava com os dois pés.

Depois do primeiro título vieram outros, todos com o comando do craque Cachinga. Daí, logo veio a rivalidade com o Mariano, que passou a ser seu maior opositor, muitos dizem que foi os “tempos de ouro” do futebol Pauxiara.

Segundo Ronaldo, o Paraense se concentrava na casa de seu “Roxo”, um carregador que emprestava sua residência para que o time se reunisse e se concentrasse. Com a ascensão do time grená obidense, eles passaram a jogar por toda região, com destaque para o craque do time, Cachinguelê, como também era chamado. Ele lembra que jogou contra o Paysandu que era pentacampeão e empatou com o time da Curuzu. Falando no Papão, ele também chegou a treinar no time bicolor, e foi convidado pra jogar no time principal, mas como os companheiros não passavam a bola pra ele, resolveu desistir de continuar, disse ele.

Já reconhecido pelo seu belo futebol, aceitou o convite de Coracy Nunes, para estudar e jogar em Macapá. Lá jogou no Macapá Clube onde brilhou também. Com a situação financeira não muito boa e a saudade de sua cidade, ele voltou para Óbidos e voltou a jogar no Paraense.

Informações dadas pela família dão conta de que Roman Pomar chegou a mandar uma carta para seu irmão deputado na época no Rio de Janeiro, Pedro Pomar, para que conseguisse que ele fosse para o Botafogo do Garrincha na época.

Ronaldo casou com a senhora Marly e teve  5 filhos, três mulheres e dois homens, os homens jogaram futebol também pelo Paraense.

O craque Ronaldo/Cachinga jogou sua última partida pelo Paraense aos 45 anos de idade. Hoje é uma lenda viva do futebol obidense!

Gratidão ao Cachinga!

No Macapá Futebol Clube

 

Com sua esposa Marly, vestindo a camisa de seu clube, o Vasco da Gama.

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