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Home » Arquivo Público do Pará Zeno Veloso faz 125 anos e comemora com exposição e oficina
Cultura

Arquivo Público do Pará Zeno Veloso faz 125 anos e comemora com exposição e oficina

Aristides Diaspor Aristides Dias14 de abril de 2026Nenhum comentário4 minutos de leitura
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Programação também terá palestras, e tem início já, nessa quinta-feira (16), com a abertura da exposição de documentos históricos. A realização é da Scult.

Por Amanda Engelke (SECULT)

 

Foto: Pedro Guerreiro / Ag. Pará

Entre as mais relevantes instituições arquivísticas do país, o Arquivo Público do Pará Zeno Veloso reúne 4 milhões de registros de toda Amazônia legal e, em 2026, completa 125 anos. A programação comemorativa começa na quinta-feira, 16, com a exposição “Ditadura Militar e os conflitos agrários nos documentos do DOPS” que ficará aberta até 30 de abril. A mostra estará no salão principal do Arquivo e poderá ser visitada de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h.

“O objetivo da programação é mostrar as potencialidades de pesquisa para o público, em geral. Então nós vamos ter uma exposição sobre ditadura militar e os conflitos agrários desse período, palestras sobre a história de indigenista e de como o arquivo pode auxiliar na luta dos povos originários para ressaltar suas ancestralidades. A ideia é que todos possam visualizar a amplitude de pesquisas que se pode fazer dentro do acervo documental”, explica o diretor do Arquivo, Leonardo Torii.

No dia seguinte, 17, ocorre a oficina de preservação e conservação de documentos em suporte de papel no período de 9h às 10h30 e das 10h30 às 12h. As inscrições poderão ser feitas presencialmente, no dia do evento. “Nós vamos mostrar um pouco do trabalho de restauro e conservação de manuscritos. Desde como ele chega, às vezes, danificado com pragas, com a ação do tempo, até a finalização da revitalização desse papel. Será uma boa base daquilo que a gente faz no arquivo”, conta o servidor André Lima que irá ministrar a oficina.

O diretor do Arquivo reforça que a oficina é aberta para todos os públicos. “Qualquer pessoa, seja de nível superior, nível médio ou fundamental pode participar dessa oficina. A proposta é descentralizar esse conhecimento que está muito restrito ainda em algumas áreas, em algumas instituições. Nós queremos realmente disseminar esse conhecimento”, aponta Torii.

Já no sábado, 18, a Arquivo recebe o Prof. Dr. Karl Heinz Arenz, a Profa Msc. Sara Suliman, Profa Msc. Roberta Kabá Munduruku, Prof. Msc. João Marcelo Cunha, Prof. Esp. Kalil Hasseb e Profa Msc. Lívia Maia para palestra “A riqueza documental e as possibilidades de pesquisa em História Indígena e do Indigenismo na Amazônia a partir do Arquivo Público do Estado do Pará”. O evento começa às 9h e vai até às 12h.

Por fim, na quinta-feira, 30, a Secult entrega a placa em homenagem (in memoriam) ao jurista Zeno Veloso (1945 – 2021). Na oportunidade também ocorre a palestra “Zeno Veloso: professor, político, notário e jurista”, com o presidente da Academia Paraense de Letras Jurídicas, professor doutor Jeferson Bacelar. A palestra começa às 9h.

Zeno Veloso – Referência nacional em Direito, Zeno Veloso foi diretor e cofundador do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM). Atuou como professor na Universidade Federal do Pará (UFPA), como deputado estadual e secretário de Justiça do Pará. Zeno faleceu em 2021 e deixou um grande legado jurídico e social.

Salvaguarda – Sob a gestão da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), recentemente o prédio do Arquivo passou por obras de manutenção e nos últimos anos vem promovendo iniciativas de democratização de acesso à informação.

Reconhecido por seu valor histórico e cultural, o Arquivo Público do Pará Zeno Veloso já recebeu algumas premiações que reforçam sua importância, incluindo o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 1997, e o selo “Memória do Mundo”, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) em 2010, pela preservação de documentos do período colonial.

Texto: Juliana Amaral, Ascom Secult

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