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Home » Casos de dengue caem quase 60% no Pará em janeiro de 2025
Educação

Casos de dengue caem quase 60% no Pará em janeiro de 2025

Aristides Diaspor Aristides Dias7 de fevereiro de 2025Nenhum comentário4 minutos de leitura
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Resultado positivo é reflexo das ações contínuas do Governo no monitoramento e controle dos focos do mosquito transmissor da doença

Por Governo do Pará (SECOM)

O Pará registrou redução nos casos de dengue em janeiro de 2025, com 501 ocorrências confirmadas até o dia 31, enquanto no mesmo período de 2024 foram contabilizados 1.234 casos. Os dados resultam do monitoramento de arboviroses, realizado pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), e apontam uma queda de 59% no número de registros.
Os cinco municípios com maior incidência de casos no primeiro mês de 2025 são Rio Maria (56), Belém (48), Marabá (42), Itaituba (38) e Vitória do Xingu (32).

O resultado positivo é reflexo das ações contínuas do governo do Estado, por meio da Sespa, de monitoramento e controle dos focos do mosquito Aedes aegypti. O objetivo é reduzir a proliferação do vetor e evitar o avanço da doença, especialmente no inverno amazônico, período em que o acúmulo de água favorece a reprodução do transmissor.

Cuidados que todos podem adotar para evitar a proliferação do mosquito que transmite a dengue
Cuidados que todos podem adotar para evitar a proliferação do mosquito que transmite a dengue
Foto: JADER PAES / AG. PARÁ

As arboviroses são doenças virais transmitidas principalmente por mosquitos, como o Aedes aegypti. A coordenadora Estadual de Arboviroses da Sespa, Aline Carneiro, reforça a necessidade do engajamento da população na eliminação de criadouros. “O combate ao mosquito precisa ser uma ação coletiva. As prefeituras e o Estado atuam no controle vetorial, mas é fundamental que a população faça sua parte, verificando semanalmente possíveis locais de acúmulo de água em suas casas com apenas 10 minutos do seu dia”, informa Aline Carneiro.

A Sespa, por meio do Departamento de Controle de Endemias e da Coordenação Estadual de Arboviroses, segue trabalhando com os municípios, oferecendo assessoria técnica, capacitação de profissionais e repasse de insumos, quando necessário.

Entre as principais ações realizadas no ano passado destacam-se a contínua execução do Plano de Contingência Estadual de Dengue, Chikungunya e Zika vírus; implantação de salas de situação das arboviroses e reuniões de alinhamento de ações de combate às doenças.

Foto: Rodrigo Pinheiro / Ag.Pará

Sinais e sintomas – Dengue, Chikungunya e Zika são doenças virais transmitidas pelo Aedes aegypti, que apresentam sintomas semelhantes. A Dengue se manifesta com febre alta e repentina, dores moderadas nas articulações, manchas vermelhas na pele e coceira leve.

A Chikungunya causa febre alta de início imediato, dores intensas nas articulações, manchas vermelhas nas primeiras 48 horas, coceira leve e vermelhidão nos olhos, enquanto a Zika se manifesta com febre baixa, dores leves nas articulações, manchas vermelhas nas primeiras 24 horas, coceira leve à intensa e vermelhidão nos olhos.

A Rede Básica de Saúde é a porta de entrada para o atendimento de pacientes com sintomas. Quem apresentar febre alta (acima de 38°C), dor no corpo e articulações, dor atrás dos olhos, mal-estar, falta de apetite e/ou dor de cabeça deve procurar atendimento médico e manter os seguintes cuidados no domicílio:

• Manter caixas d’água, tonéis e barris bem fechados;
• Descartar corretamente o lixo e manter lixeiras tampadas;
• Evitar o acúmulo de água sobre lajes;
• Guardar garrafas com a boca virada para baixo;
• Armazenar pneus em locais cobertos;
• Proteger ralos com telas finas;
• Vedar fossas;
• Colocar areia nos pratinhos de vasos de plantas até a borda e lavá-los semanalmente, e
• Eliminar qualquer objeto que possa acumular água, como tampas de garrafas ou cascas de ovo.

Mesmo com as ações dos órgãos de saúde, a participação ativa da população é essencial para eliminar os focos do mosquito. O Estado mantém a sala de situação ativa, oferecendo suporte técnico aos municípios para a atualização e execução dos planos de contingência.

Texto: Bianca Botelho – Ascom/Sespa

 

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