Amazon Pauxis
  • Home
  • Mundo
  • Brasil
  • Cultura
  • Saúde
  • Educação
  • Violência
  • Social
  • Turismo
Facebook X (Twitter) Instagram
Amazon PauxisAmazon Pauxis
  • Home
  • Mundo
  • Brasil
  • Cultura
  • Saúde
  • Educação
  • Violência
  • Social
  • Turismo
Amazon Pauxis
Home » Em Santa Luzia do Pará, crianças quilombolas encontram-se em condições degradantes
Pará

Em Santa Luzia do Pará, crianças quilombolas encontram-se em condições degradantes

Aristides Diaspor Aristides Dias20 de junho de 2026Nenhum comentário2 minutos de leitura
WhatsApp Telegram Facebook E-mail
Por portaluruatapera
A única escola a atender a comunidade quilombola Jacarequara, em Santa Luzia do Pará, funciona há muitos anos sem água encanada, sem esgoto, sem fossa séptica e com banheiros inoperantes por falta de abastecimento. As crianças precisam voltar para suas casas a fim de utilizar o sanitário ou recorrer a um banheiro improvisado nos fundos do prédio, cercado apenas por uma lona plástica. Para preparar a merenda escolar, servidores precisam carregar água em baldes. Há rachaduras no teto, mofo, pisos quebrados, quadro de energia elétrico aberto com fiação exposta e janelas sem vidro. Não existem ventiladores e muito menos aparelhos de ar-condicionado nas salas de aula e os extintores de incêndio estão vencidos desde 2021. A sala que deveria ser destinada à informática não dispõe de um só computador. O cenário degradante foi constatado em inspeção do Ministério Público Federal, que ajuizou em 2023 a Ação Civil Pública nº 1002208-85.2023.4.01.3906.

Conforme a denúncia do MPF, a obra da escola constava como 100% concluída no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). O projeto foi financiado com R$ 862,7 mil em recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). A Justiça Federal em Paragominas condenou agora o município a realizar obras imediatas e a pagar à escola uma indenização de R$ 500 mil por danos morais coletivos. O relatório que embasou a sentença apontou, ainda, que o responsável pela unidade escolar informou ao MPF ter sido executada uma vistoria pelo município no início de 2023 com promessa de solução a curto prazo, o que não aconteceu. Durante o processo, a prefeitura de Santa Luzia do Pará não apresentou contestação, pelo que foi decretada a sua revelia.

A Justiça Federal classificou a submissão de crianças quilombolas a essas condições desumanas por anos como lesão intolerável e ofensiva aos direitos fundamentais, agravada pela vulnerabilidade histórica da comunidade atingida.

Notícias Relacionadas

XVII Feira da Indústria do Pará (FIPA 2026) começou na quarta-feira (20)

21 de maio de 2026

Prainha desativa usina à diesel e passa a integrar o Sistema Interligado Nacional

8 de maio de 2026

Pará lidera produção de cacau no Brasil e concentra mais de 50% da riqueza do setor

1 de maio de 2026

Deixe um comentário Cancelar Resposta

Notícias mais lidas

Site divulgou lista com os dez governadores mais ricos do Brasil

28 de outubro de 2023155 Vistas

NOTA DE PESAR 

6 de maio de 202481 Vistas

Missa em praia marca os 4 anos do Barco Hospital Papa Francisco em missão pelos rios da Amazônia

15 de agosto de 202370 Vistas

Obidense ganha destaque nas páginas de O Globo

14 de maio de 202552 Vistas
O que Rolou
Pará

Em Santa Luzia do Pará, crianças quilombolas encontram-se em condições degradantes

por Aristides Dias20 de junho de 20260
© 2026 Amazon Pauxis | Desenvolvido por CompanySites.com.br

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Go to mobile version